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Subir em árvores, brincar em balanço, escorregador, jogar queimada, rouba-bandeira e pega-pega não são importantes só para construir memórias doces da infância. Essas brincadeiras desenvolvem uma série de habilidades, capacidades e atributos físicos nas crianças que impedem que elas precisem, cada vez mais cedo, de sessões de fisioterapia.

Apesar de não existirem estatísticas sobre o assunto, os especialistas percebem um aumento na procura dos tratamentos por pais de crianças que, antes, não frequentavam as clínicas.

“Antes, atendíamos muitas crianças portadoras de alguma síndrome, ou com problemas motores, ou com sequelas pós-cirúrgicas. De um tempo para cá, temos recebido crianças de desenvolvimento típico – sem nenhum tipo de doença ou síndrome – que estão chegando com queixas de alteração postural, dores nos joelhos e nos pés e encurtamentos musculares mais severos, que atrapalham até na hora de andar”, conta a fisioterapeuta Isabela Campos, uma das sócias da Clínica Sentidos, que é especializada no atendimento fisioterápico pediátrico.

Fonte: Jornal O Tempo